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Marcelo Freire

opinião

Publicado: 21/02/2017 às 07h14min

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Um novo rumo na economia

Somente em Rondônia, de acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF) devem circular na economia mais de R$ 190 milhões.

Depois de divulgar na semana passada o calendário de saques das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o Governo Federal aposta agora na resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumentou o limite máximo do valor dos imóveis novos adquiridos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Até 31 de dezembro deste ano, de acordo com a resolução, os mutuários poderão financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão, utilizando recursos do FGTS. Talvez essa medida seja a alternativa mais emergente adotada pela equipe do Governo Federal como formar de reanimar a economia a curto prazo e gerar novos postos de trabalhos em todos os Estados.

O governo está otimista com o impulso econômico do Brasil a partir do próximo mês, quando começa a ser liberado para os trabalhadores os recursos disponíveis na conta inativa do FGTS. Somente em Rondônia, de acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF) devem circular na economia mais de R$ 190 milhões. São mais de 200 mil pessoas que possuem contas inativas.

Em tempo de forte crise na economia, o dinheiro do FGTS chega em um bom momento e pode ser uma alternativa para o brasileiro montar o próprio negócio. É uma oportunidade também para quem não tem casa própria utilizar parte do dinheiro e aplicar no investimento de imóvel. Foi pensando nessa forma que a equipe do governo decidiu investir na resolução do CMN. O propósito é único: mudar o cenário econômico e impulsionar a economia na gestão Michel Temer do PMDB, partido no qual  boa parte dos senadores está envolvido em escândalos de corrupção.

Nos últimos dias, o Governo Federal tem atacado em vários setores como forma de resgatar o grau de confiança do investidores e os programas de habitação sempre oferecem margem de crescimento. Na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), mihares  de casas foram construídas nas cinco regiões do Brasil através do programa federal Minha Casa, Minha Vida. O dinheiro que circula nessas obras de habitação aquece as casas de material de construção, gera empregos e levanta a economia nos municípios.

O governo, nesse momento, não deu continuidade de forma intensa ao programa social Minha Casa, Minha Vida. Busca agora criar sua própria imagem com políticas econômicas alternativas – entre elas a iniciativa de liberar o saldo do FGTS das contas inativas e agora ampliando o limite máximo da linha de financiamento para aquisição de imóvel.


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