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Lacen e Fiocruz firmam parceria contra doença de chagas

De acordo com o diretor-geral do Lacen, Luiz Tagliane, a iniciativa é uma avanço muito importante

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Publicado: 19/02/2019 às 08h01min

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Com o objetivo de identificar e confirmar possíveis casos de doença de chagas, o Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen) está capacitando técnicos da Fundação Oswaldo Cruz em Rondônia (Fiocruz). A capacitação acontece na área de  Identificação e Exame de Infectividade” de Triatomíneos (barbeiros), causadores da doença de chagas – inflamação causada por um parasita encontrado em fezes de insetos. Continuar lendo

De acordo com o diretor-geral do Lacen, Luiz Tagliane, a iniciativa é uma avanço muito importante que irá beneficiar todo o Estado de Rondônia. Ele explica que em casos de pacientes acometidos pela doença, e tendo o barbeiro com infectividade comprovada, a Fiocruz fará os exames de biologia molecular (PCR) do sangue do paciente e das fezes do barbeiro, para confirmação do tipo de parasito (Trypanossoma cruzi 1 ou 2) . “São parcerias pontuais que ocorrem a partir da demanda de um caso específico”, diz Tagliane.

A doença de chagas é uma doença infecciosa que pode causar febre, mal estar, falta de apetite, aumento do baço e fígado por até 12 semanas, na fase aguda. Já na fase crônica alguns pacientes podem apresentar palpitação, falta de ar, canseira, inchaço, dor no peito, tosse, tontura, dificuldade para engolir, regurgitação, soluço, prisão de ventre e dor no abdômen.

O inseto transmissor da doença é conhecido popularmente como barbeiro. Em algumas regiões ele também é conhecido como chupança, besouro, bicudo, chupão, fincão e procotó. O agente causador da doença é o Tripanossoma cruzi, um parasita que circula no sangue do homem e de animais contaminados, além do barbeiro, destaca Luiz Tagliane.

COMO PREVENIR

O barbeiro é encontrado com mais frequência em áreas rurais e consegue se esconder em pequenas frestas, em domicílios ou em meio a entulhos. Como forma de prevenir a doença, os técnicos da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) orientam os seguintes cuidados: tapar buracos e rachaduras,  rebocar orifícios nas paredes, manter higiene de lugares que possam servir de refúgio para o inseto.

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