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Exército monta acampamento para ‘segurar’ o Nº 1 do PCC

Um dia após a transferência de 22 presos de São Paulo para presídios federais, o aparato para a proteção dos criminosos chama..

Por REDE TV
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Publicado: 15/02/2019 às 15h29min

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Um dia após a transferência de 22 presos de São Paulo para presídios federais, o aparato para a proteção dos criminosos chama atenção. Em Porto Velho, o exército montou trincheiras em frente à penitenciária federal para onde foi levado o número 1 da facção criminosa primeiro comanda da capital, Marcos William Herbas Camacho, o Marcola.

Policiais na rua e exército na estrada. O aparato foi usado para transferir o chefão supremo da organização criminosa, PCC, Marcos William Herbas Camacho, o Marcola. Fontes oficiais, dão conta que o preso chegou a Porto Velho por volta das seis horas da quarta-feira… Do aeroporto ele foi escoltado por dois helicópteros e batedores até penitenciária federal.

Ainda na tarde de quarta, o promotor Lincon Gakiya, havia confirmado a transferência de Herbas Camacho para penitenciária federal de Porto Velho. A informação estava sendo anunciada desde janeiro.

Com a transferência dos 22 presos anunciada na quarta-feira, o presidente da república, Jair Bolsonaro assinou decreto para o uso das forças armadas próximo dos presídios federais.  Na br-364 o exército montou acampamento. Todos os veículos que seguem nos dois sentidos estão sendo parados e alguns passageiros revistados. A ação segundo o decreto deverá se estender até o dia 27 de fevereiro.

O aparato do exército para a proteção do criminoso conta ainda com homens entrincheirados em poder de metralhadoras. 50. O armamento é capaz de disparar 600 tiros por minuto e pode perfurar veículos blindados e derrubar aviões. Dos 22 presos transferidos, 15 eram mantidos na penitenciária 2 de Presidente Venceslau. Outros sete no RDD – no regime disciplinar diferenciado em Presidente Bernardes em que Marcola cumpria pena. O pedido de remoção do preso foi feito pelo ministério público de São Paulo, no dia 28 de novembro do ano passado.

Chefe da facção PCC desde os anos 2000, Marcola é tido como um desafeto do governo brasileiro. Após afastar dois líderes do grupo, ele assumiu definitivamente as rédeas da organização criminosa. Preso em 1999, Marcola já foi sentenciado a 300 anos de prisão.

A lista de crimes de Marcola é extensa e ousada. em 2006, ele foi responsabilizado pela justiça pelos ataques na capital paulista em que deixaram 45 mortos. Também por determinação de marcola, após suposta negociação com o governo paulistano, as rebeliões e os ataques chegaram ao fim. Mas em outras duas ondas de ofensivas nos meses de julho e agosto, agências bancárias, lojas e ônibus foram incendiados. A mais recente acusação é o envolvimento dele com o setor jurídico, inclusive com a participação de advogados.

Durante investigação descobriu-se que existia um plano de fuga pelos para libertar-lo, o que teria motivado a transferência do preso.

Filho de um boliviano e uma brasileira, Marcola iniciou a carreira transgressora aos nove anos, como ladrão na baixada do glicério, no centro da capital paulista. O uso excessivo de cola na infância rendeu a a ele o apelidado.

Confira a reportagem na integra:


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