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Associação quer salvar Quelônios da extinção no Guaporé

A Associação Ecovale existe desde 1988, mas vem se arrastando para existir e prestar trabalhos mínimos de salvamento dos Quelônios

Por Redação
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Publicado: 28/11/2018 às 08h39min

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De cada mil Quelônios que eclodem, apenas quatro sobrevive

Por ano, a média de quelônios que eclodem nas praias às margens do Rio Guaporé, gira em torno de 100 mil. Essa quantidade que parece exorbitante é de longe a realidade dos que sobrevivem aos predadores, tanto em terra quanto após entrarem na água. De cada mil, sobrevive uma media de apenas quatro. E para evitar que esta espécie muito importante entre em extinção, foi criada, em 1998, a Associação Ecovale, que tem a função precípua de realizar um trabalho voltado à preservação desses animais. Continuar lendo

Embora a associação aglutine pessoas que amem fazer este trabalho, não anda bem das pernas, no tocante a ajuda financeira, há muito tempo. Com a falta recursos até mesmo para a gasolina que abastece os tanques dos barcos utilizados na locomoção, os integrantes da equipe que faz o trabalho de soltura dos quelônios se veem em uma situação bem difícil, pois a maior parte desses animais ira morrer enterrados na areia, nos ninhos onde suas mamães os puseram ainda quando eram apenas ovos. E vão morrer porque as chuvas este ano vieram mais cedo e com bastante frequência e intensidade, fazendo o nível da água subir e alagar os locais onde foram feitos os ninhos nas praias. Os integrantes da associação reclamam de não ter se quer uma parceria do governo local.

Se os quelônios desaparecerem do Rio Guaporé mais do que não serem conhecidos pelas futuras gerações, haverá um desequilíbrio na cadeia alimentar dos animais do rio, criando uma situação adversa no equilíbrio hoje existente dentro deste paradigma alimentar vivido pelos animais.

 


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